PERCEBEMOS AQUILO QUE NOMEAMOS

Nós percebemos e diferenciamos melhor aquelas coisas em que damos nomes para elas.

Com os sentimentos acontece da mesma forma, para melhorar a forma como expressamos eles, precisamos antes de mais nada conseguir identificar qual é o sentimento que estamos sentindo.

Segundo Marshall Rosenberg, criador da técnica de Comunicação Não-Violenta, nosso repertório de palavras para rotular os outros costuma ser maior do que o vocabulário para descrever claramente nossos estados emocionais.

Os benefícios de enriquecer o vocabulário de nossos sentimentos são evidentes não apenas em relacionamentos íntimos, mas também no mundo profissional.

Então temos na linguagem uma grande ferramenta para construir uma nova forma de pensar, sentir e se expressar.

Para construir um vocabulário sobre os sentimentos, seria mais adequado utilizarmos palavras que se referem a emoções específicas em vez de palavras vagas ou genéricas.

Expressar nossa vulnerabilidade pode ajudar a resolver conflitos.” Marshall B. Rosenberg

Palavras como mal ou bem são demasiadas genéricas, assim elas impedem que o ouvinte se conecte facilmente ao que podemos de fato estar sentindo.

Como no exemplo da cor azul, que falei no artigo “A lingua que falamos afetam nossas percepções do mundo”, quanto mais utilizarmos palavras que especifiquem os sentimentos, maior será a nossa percepção desses sentimentos. Nomeando-os conseguimos distinguir mais facilmente o sentimento “alegria” da “gratidão”, por exemplo, e isso terá consequências muito grandes em suas relações interpessoais.

Para te ajudar a criar um vocabulário em relação aos sentimentos, deixo aqui uma listinha deles para você identifica-los.

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