COMUNICAÇÃO EMPÁTICA PREVINE A VIOLÊNCIA

Ontem foi o dia Internacional para Eliminação da Violência Contra as Mulheres. No Brasil a cada 1h30min uma mulher é morta pelo seu companheiro, nós somos um dos países com os mais altos índices de violência e essa é uma posição que não deveríamos nos orgulhar.

O uso da força física para a proteção em situações onde o diálogo não tem mais espaço para existir pode ser necessário para proteger a vida, desde que se tenha em mente a diferenciação entre o uso protetor e o uso punitivo. Por exemplo, segurar com firmeza a mão de uma criança que vai atravessar a rua sem olhar os carros. A intenção por trás do uso da força como proteção é apenas com a função de proteger, não punir, culpar ou condenar.

Embora podemos não considerar violenta a forma como falamos, mas muitas vezes nossas palavras induzem à dor e mágoa, seja para nós mesmos ou para os outros. A Comunicação Empática ou como muitos chamam “Comunicação Não-Violenta” se baseia em habilidades de linguagem que fortalece a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condições adversas. Quando Marshall Rosenberg criou essa metodologia de comunicação reuniu aquilo que já conhecíamos havia séculos, com o objetivo de nos lembrarmos do que já sabemos.

Essa forma de comunicação reformula nossos padrões de como falamos e como ouvimos os outros e comprovadamente se mostrou uma metodologia capaz de prevenir a violência. A Comunicação Não-Violenta promove o respeito, a atenção e a empatia.

Então em homenagem ao dia de ontem e com o propósito de mudar esse índice brasileiro, não somente em relação à mulher, mas em todas as formas de violência, te convido a conhecer melhor a comunicação empática aqui no Blog Linguagens que Conectam e no Canal do Youtube Linguagens que Conectam e compartilhar esse conteúdo.