O MEU PRIMEIRO HATER

Hater é um termo utilizado para se referir às pessoas que fazem comentários ofensivos nas redes sociais. Queria compartilhar essa história com vocês para exemplificar como eu utilizei a comunicação empática para lidar com a situação.

O fato é que cada pessoa que expõe suas ideias, está sujeito aos julgamentos e talvez ofensas e isso irá existir com qualquer pessoa e talvez esse seja uns dos medos mais frequentes de falar em público. Muitas pessoas ficam ansiosas e até mesmo paralisadas pelo medo do que as pessoas irão pensar de suas ideias e em última instância o que irão pensar dela.

A boa notícia é que se você está compartilhando seus conhecimentos com integridade, ou seja, sem a intenção de ofender as outra pessoas, existem técnicas, como a comunicação empática por exemplo, que te dão ferramentas para ter um “jogo de cintura” melhor nessas situações e se sair bem diante de momentos desafiadores e constrangedores.

Deixa-me contar como aconteceu comigo. Eu fiz uma publicação no meu Facebook para divulgar o meu e-book, você pode conferi-la na imagem abaixo:

blog 1

E recebi o comentário:

blog 2

Logo quando li o comentário, meu sangue subiu, a bochecha chegou até ficar vermelha, me senti ofendida e vieram diversos pensamentos na cabeça: “Que sem noção, se não tem nada pra falar fica quieto”, “Vou ocultar esse comentário antes das outras pessoas lerem”, “%&%$# estou aqui disponibilizando meu conteúdo de graça e esse %$#@* ainda reclama”, “ Cara, vai fazer meu curso porque sua comunicação está um lixo” etc…

Respirei fundo, me acalmei e pensei que eu não estava aplicando nada daquilo que eu ensino sobre a comunicação empática, porque ela se trata de saber ouvir também, não levar para o lado pessoal e depois disso tudo responder de forma empática (o que não é sinônimo de concordar com a informação) e eis que eu respondi:

BLOG 3

Quando eu decidi utilizar as técnicas da comunicação empática eu parei de enxergar aquele comentário como uma ofensa a mim e assumi uma postura proativa para realmente entender o que ele estava querendo me dizer e a partir disso fazer o meu filtro se aquela informação poderia servir para eu aprimorar o meu negócio ou não. E veio a resposta que eu precisava:

blog 4

Quando eu consegui extrair dele uma descrição concreta do que ele queria comunicar eu pude perceber que para ele o processo de confirmar seu e-mail para receber o e-book era desnecessário e assim eu pude decidir qual seria a minha atitude em relação a isso. Como o processo de confirmação de e-mail é um processo de segurança para mim e para as pessoas que cadastram o e-mail eu resolvi continuar com o processo de confirmação, pois para mim a segurança dos dados é mais importante que o incomodo dele de precisar confirmar os dados, com isso minha decisão foi mais clara, objetiva e efetiva.

Se eu tivesse apenas “engolido o sapo” do comentário e simplesmente ocultado para ninguém ver, eu talvez estaria com isso engasgado até hoje e talvez tivesse diminuído minha autoconfiança por achar que o problema era comigo e não simplesmente com um procedimento técnico.

Se você quer entender mais sobre a comunicação empática pode baixar meu e-book gratuitamente no link: https://linguagensqueconectam.com.br/ebook